Eu sou terra, eu sou mar Tu és ar Sou teu pecado, és meu fado És minha calma Sem querer faço sofrer A tua alma Sinto os dias a passar E tento sempre anuviar Esta dor de não estar Ao pé de ti Diz-me então se vale a pena Continuar Lentamente a definhar
Quando rimo, aproximo O coração da boca Ás vezes quase que me sufoca Porque todo o tempo do mundo Não chega para ir até ao fim do mundo
Porque a razão do meu ser É amar-te… E saber que só a ti te posso ter
Depois da noite Vem o dia Depois do sol A chuva fria depois de ti Vem o vazio Sentimento sombrio Amargo fel Á flor da pele O que eu quero Meu irmão É sair da escuridão E encontrar a solução E não viver um drama Quando é melhor A calma E assim quem diria Se faz a poesia
Mas as palavras não conseguem dizer tudo Ás vezes fico simplesmente mudo Á espera da altura certa Sempre de alerta
Porque a razão do meu ser É amar-te… E saber que só a ti te posso ter
Recém-perdido nascido Sem placenta Eu sou fogo Tu a lenha que o alimenta O teu fôlego sabor a menta Que me enche e atormenta Não te ver ou tocar Embrutece os sentidos Há quanto tempo fecho a Alma e coração doridos Tic-tac o tempo passa Continua parado Má sorte nascer para viver Este fado.
Por vezes sinto que luto Apenas contra moinhos de vento Come se fosse D. Quixote Iludido sem alento.
Porque a razão do meu ser É amar-te… E saber que só a ti te posso ter
3 comentários:
aaaaaaaaaahhh...vou querer uma! é linda! beijinhos
Oi tambem quero uma pregadeira são lindas um beijo Natércia...
Mas que coisa mais linda...
Deixo-te um poema:
Eu sou terra, eu sou mar
Tu és ar
Sou teu pecado, és meu fado
És minha calma
Sem querer faço sofrer
A tua alma
Sinto os dias a passar
E tento sempre anuviar
Esta dor de não estar
Ao pé de ti
Diz-me então se vale a pena
Continuar
Lentamente a definhar
Quando rimo, aproximo
O coração da boca
Ás vezes quase que me sufoca
Porque todo o tempo do mundo
Não chega para ir até ao fim do mundo
Porque a razão do meu ser
É amar-te…
E saber que só a ti te posso ter
Depois da noite
Vem o dia
Depois do sol
A chuva fria depois de ti
Vem o vazio
Sentimento sombrio
Amargo fel
Á flor da pele
O que eu quero
Meu irmão
É sair da escuridão
E encontrar a solução
E não viver um drama
Quando é melhor
A calma
E assim quem diria
Se faz a poesia
Mas as palavras não conseguem dizer tudo
Ás vezes fico simplesmente mudo
Á espera da altura certa
Sempre de alerta
Porque a razão do meu ser
É amar-te…
E saber que só a ti te posso ter
Recém-perdido nascido
Sem placenta
Eu sou fogo
Tu a lenha que o alimenta
O teu fôlego sabor a menta
Que me enche e atormenta
Não te ver ou tocar
Embrutece os sentidos
Há quanto tempo fecho a
Alma e coração doridos
Tic-tac o tempo passa
Continua parado
Má sorte nascer para viver
Este fado.
Por vezes sinto que luto
Apenas contra moinhos de vento
Come se fosse D. Quixote
Iludido sem alento.
Porque a razão do meu ser
É amar-te…
E saber que só a ti te posso ter
S.O.S.
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